Vidraça: Caiado tem o primeiro caso de corrupção no governo de Goiás

A Polícia Civil de Goiás deflagrou na quarta-feira, 22, a Operação Mákara que tevecomo alvo empresas do ramo da construção civil que atuam em obras públicas realizadas em Goiânia. A

A investigação apura crime de sonegação fiscal mediante emissão de notas fiscais falsificadas para burlar pagamento de tributo ISSQN. Durante as investigações, apurou-se também que as empresas eram constituídas em nome de “laranjas” e também são investigadas por crime contra a fé pública, fraude em licitações e lavagem de dinheiro.

Ao todo, foram cumpridos 10 mandados de busca e apreensão em endereços na capital e em Aparecida de Goiânia.

Os mandados foram cumpridos na casa de proprietários e sócios ocultos de construtoras e na residência de três servidores da Secretaria de Estado da Educação (Seduc)  — o superintendente de Infraestrutura, que coordena toda a parte de obras da secretaria, o assessor dele e um fiscal de obras.

As salas desses servidores na Seduc também foram alvo dos mandados de busca. Na residência do superintendente, foram apreendidos R$ 80 mil em espécie, além de dois cheques de uma proprietária de construtoras.

O governador Ronaldo Caiado exonerou, no início da tarde desta quinta-feira (23/5), Thiago Barros Baldino do cargo de superintendente de Infraestrutura da Secretaria de Estado da Educação. 

Além do superintendente, Caiado também determinou o desligamento de dois servidores temporários investigados no esquema: Filipe Borges Pereira, que trabalhava como apoio administrativo, e George Herman Borges, que trabalhava na área de arquitetura da secretaria.


Previous Article
Next Article

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado.