Sandro Mabel exalta arrojo do empresariado goiano e aponta redução do desemprego em Goiás

O presidente da Federação das Indústrias do Estado de Goiás (Fieg), Sandro Mabel, destacou nesta terça-feira (30) a queda a taxa de desemprego no estado apontada por levantamento divulgado pelo IBGE. O recuo foi de 2,4 pontos no terceiro trimestre deste ano, comparado com o segundo trimestre. Segundo ele, a taxa de desemprego decresceu de 12,4% para 10% da população economicamente ativa. Comparado com o mesmo período de 2020, a redução foi ainda maior: 3,5 pontos porcentuais.

“A economia goiana aos poucos vai dando sinais de recuperação, o que é um mérito que deve ser conferido aos nossos empresários, que são os mais arrojados do país”, disse. Ele acentuou que a redução do desemprego em Goiás foi superior à média nacional, que ficou no 3° trimestre em 12,6% no pais, com queda de 1,6 ponto percentual. No geral, desemprego recuou em 20 das 27 unidades da Federação, indicando a retomada econômica com o avanço da imunização contra o coronavírus.

De acordo com os números do IBGE, a população desocupada em Goiás foi estimada em 375 mil pessoas, com queda de 80 mil em relação ao trimestre anterior (455 mil pessoas), ou seja, variação de -17,6%. Em relação ao mesmo trimestre do ano anterior (479 mil pessoas), houve redução de 104 mil pessoas desocupadas, ou seja, 21,7%. A pesquisa apurou que Goiás possuía 3,74 milhões de pessoas na força de trabalho no terceiro trimestre do ano corrente, aumento de 2,2% (81 mil pessoas) em relação ao trimestre anterior.

As maiores taxas de desemprego foram registradas no Pernambuco (19,3%), Bahia (18,7%), Amapá (17,5%), Alagoas (17,1%) e Sergipe (17,0%). Já as menores foram detectadas em Santa Catarina (5,3%), Mato Grosso (6,6%), Mato Grosso do Sul (7,6%), Rondônia (7,8%) e Paraná (8,0%). A taxa média nacional de desocupação foi de 10,1% para os homens e 15,9%.

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