”Ninguém governa sozinho. É preciso dialogar com toda a sociedade”, diz Samuel

Durante encontro com lideranças femininas do Podemos, na noite de terça-feira (6/10), o candidato a prefeito de Goiânia, Samuel Almeida (PROS), reforçou que com diálogo, soluções simples e eficientes é possível fazer uma gestão de excelência.

Na oportunidade, Samuel apresentou o Vale Creche no valor de R$ 300, proposta que vai beneficiar ao menos 8 mil mães. Reforçando ser uma proposta que tem como prioridade atender as mulheres que precisam trabalhar para sustentar sua família, mas não conseguem uma vaga em CMEIs que acolham seus filhos.

“A primeira coisa com que eu me preocupei foi exatamente com as mulheres, que não sabem com quem vão deixar seus filhos para voltar ao mercado de trabalho. Em nossa gestão, vamos priorizar o ser humano”, afirma Samuel.

Segundo o candidato, em 2019, a Prefeitura gastou R$ 1,031 bilhão com educação. Desse total, os recursos do Tesouro Municipal foram R$ 790 milhões, o equivalente a 25,51% das receitas de impostos. O mínimo constitucional que deve ser destinado à Educação é de 25%. Se o Vale Creche estivesse em vigor em 2019 com a mesma estrutura de custos, as despesas com educação para fins do limite constitucional teriam sido de R$ 820 milhões, ou 26,5% das receitas de impostos, o que representaria acréscimo de apenas 1%.

No encontro, o candidato do PROS reforçou o foco em uma gestão de excelência, que irá transformar Goiânia na melhor capital do país. “É preciso pensar em pontos que serão fundamentais, por isso, a necessidade de um grupo de especialistas. Estamos discutindo com uma equipe de profissionais durante o processo eleitoral, para aplicar essas ações já no dia primeiro de janeiro”, disse.

Apoio

A técnica de Enfermagem e candidata a vereadora Ivanise Morais (Podemos), com 13 anos de trabalho na saúde pública, relatou as dificuldades que podem ser corrigidas na saúde. “Eu estou na linha de frente na saúde. Vejo de perto muitas falhas que poderíamos corrigir com uma boa gestão. E o Samuel está certo, porque o problema da saúde hoje está na gestão. Precisamos de um gestor que tenha essa preocupação para fazer a saúde funcionar”, ressalta.

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