Anápolis: bebê de um ano morre após agressão de madrasta

Uma bebê de ano morreu na manhã desta segunda-feira (9/9) após suposta agressão de madrasta, no município de Anápolis.

A menina estava internada desde a noite de quarta-feira (4/9) na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Estadual de Urgências Governador Otávio Lage de Siqueira (Hugol). A morte foi confirmada pelo hospital na manhã de hoje.

“Apesar de todos os esforços e procedimentos da equipe multidisciplinar da unidade hospitalar, foi a óbito no dia 09/09/2019”, confirmou o hospital por meio de nota.

A menina foi socorrida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgências (SAMU) para um hospital em Anápolis, mas devido a gravidade dos ferimentos precisou ser transferida para o Hugol, em Goiânia.

Como aconteceu a suposta agressão da madrastra contra a bebê em Anápolis

Conforme relatos do pai da menina, a madrasta tinha dado banho na criança, deixou ela em cima da cama e foi em outro quarto buscar a roupa para vesti-la. Quando chegou no quarto viu a menina caída no chão chorando e alguns momentos depois parou. Ela então acionou o Samu alegando que a menina teria caído da cama.

Quando a equipe de socorro chegou encontraram a menina já desacordada. Devido a gravidade, eles transferiram a menina rapidamente para Goiânia. Chegando no hospital, após os primeiros exames, a equipe médica desconfiou da situação pois os ferimentos eram “gravíssimos” para uma queda da cama e acionou a polícia.

A menina estava muito machucada, inclusive ferimentos internos, que não seriam compatíveis com o caso relatado pela madrasta. A mãe da menina disse que ela estava com um braço quebrado, cérebro inchado e vários ferimentos no rosto.

O caso foi foi encaminhado à Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente de Goiânia (DPCA), mas deve ser investigado pela Polícia Civil de Anápolis, onde aconteceu o caso.

Relação do pai da bebê com a madrasta

O pai da bebê teria conhecido a atual companheira pela internet e foi morar com ela em Anápolis. Há cerca de quatro meses ele teria separado da mãe da menina.

Quando foi agredida a bebê teria ido passar alguns dias com o pai, que no momento da suposta agressão estava trabalhando.

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