Advogada detida ao tentar infiltrar drogas na Casa de Prisão Provisória de Aparecida de Goiânia

Uma advogada criminalista tentou adentrar à Casa de Prisão Provisória (CPP) de Aparecida de Goiânia, unidade pertencente à 1ª Regional Metropolitana da Diretoria-Geral de Administração Penitenciária (DGAP), com 49 comprimidos de ecstasy, porções de maconha e embalagens de papel para cigarros. A advogada acabou impedida pelos servidores na última quinta-feira, 20.

O diretor da unidade prisional, Fábio Alex, explicou ao portal Rota Jurídica que a advogada chegou a CPP para prestar atendimento a um dos detentos. Durante a revista para o ingresso da advogada à unidade os agentes penitenciários perceberam que a material ilícito que estava dentro de um envelope em sua bolsa.

Ao ser questionada sobre o ilícito, a advogada disse desconhecer o conteúdo do envelope e afirmou que apenas repassaria o material a seu cliente. A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) Goiás foi notificada e a advogada encaminhada para a delegacia.

Em nota disponibilizada ao portal de notícias, a OAB ressaltou que foi designado um representante da Ordem para acompanhar a apuração do caso e “cuidar da preservação das prerrogativas profissionais da advogada”.

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